Inteligência Emocional & Textos de Apoio

Inês Cozzo Olivares

A idéia do uso de textos de apoio é a mais simples possível: Sensibilizar e estimular - não o QI, mas o QE - através de pequenos ou breves "toques" inteligentes, bem humorados, sensíveis e enriquecedores que atualizam, informam e alimentam inteligentemente, tranqüilamente, saudavelmente...
Estamos sempre buscando novas formas de ver o mundo ou "roupagens novas" para as velhas formas e a filosofia básica é a do holismo. Em tudo se pode encontrar caminhos para a aprendizagem: Filmes, piadas, exercícios, músicas, dança e... textos!
Minhas pesquisas neste 14 anos de profissão, sempre me remetem mais para o oriente, particularmente para os textos Japoneses, Chineses e Sufis.
Experimente este para abrir um curso sobre LIDERANÇA :
"Eu não ensino e não mando. Ensinando sai cópia. Mandando sai escravo. Eu transmito meu espírito."
Mestre Sato (Mestre Zen de Natação Eido)

Ou este para um trabalho sobre CAPACIDADES E COMPETÊNCIAS :
"Quem é o melhor no uso da espada? Perguntou o guerreiro.
"Vá até o campo perto do monastério", disse o mestre. "Ali existe uma rocha. Insulte-a."
"Por que devo fazer isto?" perguntou o discípulo. "A rocha jamais me responderá de volta!"
"Então ataque-a com sua espada", disse o mestre.
"Tampouco farei isto", respondeu o discípulo. "Minha espada se quebrará. E se atacá-la com minhas mãos, ferirei meus dedos sem conseguir nada. Mas minha pergunta era outra: Quem é o melhor no uso da espada?"
"O melhor é o que se parece com a rocha", disse o mestre. "Sem desembainhar a lâmina, consegue mostrar que ninguém poderá vencê-lo".
Fonte: Paulo Coelho, Maktub, 30/01/94, Folha de São Paulo.

E este para um exercício de congruência entre o que se faz e o que se manda fazer :
ENSINANDO PELO EXEMPLO
Uma mãe levou seu filho ao Mahatma Gandhi e implorou:
"Por favor, Mahatma, diga a meu filho para deixar de comer açúcar."
Gandhi fez uma pausa e disse:
"Traga seu filho de volta daqui há 2 semanas."
Intrigada a mulher agradeceu e disse que faria como ele ordenara.
Duas semanas depois, ela voltou com o filho. Gandhi fitou os olhos do jovem e disse:
"Pare de comer açúcar."
Agradecida, mas perplexa, a mulher perguntou:
"Porque me pediu para trazê-lo em duas semanas? Poderia ter dito a mesma coisa antes..."
Gandhi replicou:
"Há duas semanas eu estava comendo açúcar."
Fonte: Dan Millman, "O caminho do guerreiro pacífico" Ed. Pensamento.

Tai Consultoria
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